
O que fazemos a uma chamada de urgência às três da manhã
A maior parte das chamadas de urgência que recebemos não é dramática. É uma porta que ficou trancada com a chave dentro, um casal que esqueceu o porta-chaves no banco do carro, um senhor mais velho que voltou da clínica e não consegue rodar a fechadura.
O que perguntamos primeiro
Antes de saltar do carro, há três perguntas que fazemos sempre ao telefone:
- Onde está, exactamente (rua, número, andar, condomínio)?
- Que tipo de fechadura tem a porta (canhão simples, fechadura de embutir, multipontos, electrónica)?
- Há marcas de tentativa ou a porta foi simplesmente trancada com chave dentro?
Estas três respostas decidem o material que vai connosco. Mais importante: decidem a previsão honesta de tempo e a previsão honesta de preço. Não fazemos chamadas em que se diz "depende". Damos o intervalo possível.
Na porta
Tentamos sempre primeiro abrir sem destruir. Em fechaduras comuns, isto resulta na grande maioria das vezes. Quando não resulta — porque o canhão foi forçado, porque a fechadura foi mudada por uma de classe superior sem o cliente saber, porque há um problema mecânico sério — paramos antes de partir nada e mostramos o que está a acontecer.
O preço
Aqui vai a parte importante. Não cobramos deslocação às escondidas. Não inventamos peças. Não há "taxa de fim de semana" que apareça só na factura. A lógica é simples: o que se diz ao telefone é o que sai no recibo, salvo se durante a intervenção descobrirmos um problema diferente — e nesse caso paramos primeiro para combinar.
Porque insistimos neste protocolo
Porque a urgência é o momento em que o cliente está mais vulnerável. É às três da manhã, está cansado, frustrado, frequentemente com as crianças à porta. Esse é exactamente o pior momento para alguém abusar do orçamento. É também o momento em que se constrói reputação.
Como pedir uma urgência
O número é 919 155 649. Atendemos. Se não for connosco, diga-nos onde está e dizemos quanto demora. É a única promessa que faz sentido.
